Vinil Gal Costa - Água Viva NOVO/LACRADO

Ano: 1978 

Repress 2021 Edição Limitada

 

“Água viva” consagra Gal como diva definitiva! Quando registrou o álbum “Água viva”, apenas 13 anos depois de sua tímida estreia num compacto com as composições dos colegas do grupo baiano, Caetano Veloso (“Sim, foi você”) e Gilberto Gil (“Eu vim da Bahia”), o soprano maleável e extenso de Gal Costa já tinha atravessado diversas fases. Do aconchego joãogilbertiano do LP inaugural, “Domingo”, dividido, em 1967, com o mesmo Caetano; aos uivos janisjoplianos tropicalistas de “Divino maravilhoso”, e ao quarteto Doces Bárbaros, onde sua doce emissão amoldou-se às de Caetano, Gil e Maria Bethânia, em 1976. De capa borbulhante, onde o sorriso da cantora parece submerso, “Água viva” rima com diva. Ela já deixara para trás a jovem musa de rebeldes cabelos, do point alternativo na praia de Ipanema, cujas areias ganharam o apelido de Dunas de Gal. 

 

 “Água viva” é essencialmente contemporâneo, cevado por um instrumental estelar, sob a direção de produção de Perinho Albuquerque. Alguns escalados: Wagner Tiso, Thomas Improta, Perna Fróes, Jamil Joanes, Luizão Maia, Paulinho Braga, Perinho Santana, Moacir Albuquerque, Bira da Silva, Toninho Horta e Sivuca. Repertório de autores no auge da criatividade, como a intensa Sueli Costa de “Vida de artista”, com Abel Silva. Milton Nascimento fornece dois petardos, o rock metafórico “Cadê” (com Ruy Guerra) e o embalo libertário de “Paula e Bebeto” (com Caetano): “Qualquer maneira de amor vale a pena/ qualquer maneira de amor valerá”. 

 

Lado A: 

A1.Olhos Verdes 

A2.Folhetim 

A3.De Onde Vem O Baião 

A4.O Bem Do Mar 

A5.Mãe 

A6.Vida De Artista 

 

Lado B: 

B1.Paula E Bebeto 

B2.A Mulher 

B3.Pois É 

B4.Qual É, Baiana? 

B5.Cadê 

B6.O Gosto Do Amor

Gal Costa - Água Viva

R$240,00
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Vinil Gal Costa - Água Viva NOVO/LACRADO

Ano: 1978 

Repress 2021 Edição Limitada

 

“Água viva” consagra Gal como diva definitiva! Quando registrou o álbum “Água viva”, apenas 13 anos depois de sua tímida estreia num compacto com as composições dos colegas do grupo baiano, Caetano Veloso (“Sim, foi você”) e Gilberto Gil (“Eu vim da Bahia”), o soprano maleável e extenso de Gal Costa já tinha atravessado diversas fases. Do aconchego joãogilbertiano do LP inaugural, “Domingo”, dividido, em 1967, com o mesmo Caetano; aos uivos janisjoplianos tropicalistas de “Divino maravilhoso”, e ao quarteto Doces Bárbaros, onde sua doce emissão amoldou-se às de Caetano, Gil e Maria Bethânia, em 1976. De capa borbulhante, onde o sorriso da cantora parece submerso, “Água viva” rima com diva. Ela já deixara para trás a jovem musa de rebeldes cabelos, do point alternativo na praia de Ipanema, cujas areias ganharam o apelido de Dunas de Gal. 

 

 “Água viva” é essencialmente contemporâneo, cevado por um instrumental estelar, sob a direção de produção de Perinho Albuquerque. Alguns escalados: Wagner Tiso, Thomas Improta, Perna Fróes, Jamil Joanes, Luizão Maia, Paulinho Braga, Perinho Santana, Moacir Albuquerque, Bira da Silva, Toninho Horta e Sivuca. Repertório de autores no auge da criatividade, como a intensa Sueli Costa de “Vida de artista”, com Abel Silva. Milton Nascimento fornece dois petardos, o rock metafórico “Cadê” (com Ruy Guerra) e o embalo libertário de “Paula e Bebeto” (com Caetano): “Qualquer maneira de amor vale a pena/ qualquer maneira de amor valerá”. 

 

Lado A: 

A1.Olhos Verdes 

A2.Folhetim 

A3.De Onde Vem O Baião 

A4.O Bem Do Mar 

A5.Mãe 

A6.Vida De Artista 

 

Lado B: 

B1.Paula E Bebeto 

B2.A Mulher 

B3.Pois É 

B4.Qual É, Baiana? 

B5.Cadê 

B6.O Gosto Do Amor